“Diário do Comércio” aborda: Homofobia ou didatura gay?

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A edição desta segunda-feira do jornal “Diário do Comércio” de hoje dedica uma página ao PL 122/06. Sob o título “Homofobia ou didatura gay?”, o jornal paulistano aborda questões pouco discutidas até o momento e presentes no projeto de lei, como a mudança na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no Código Penal e a restrição à liberdade de culto e expressão no Brasil.

“Aprovar o projeto do jeito que está é instaurar a ditadura gay no Brasil em nome da não-discriminação. É a criação de um crime de opinião”, defende o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), na reportagem.

O presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), José Luiz de Oliveira, explica que ” há religiões que não concordam com o comportamento homossexual por uma questão de doutrina, são marcos irremovíveis que precisam ser respeitados”, diz ele, que defende uma lei para coibir o preconceito, mas sem excessos ( leia a íntegra).

De acordo com o advogado, o PL 122/06 ” fere o princípio constitucional da liberdade de crença e expressão, e destrói qualquer manifestação que atinja a liberdade religiosa de exortação quando um pastor, padre, sheik ou rabino fala dentro do seu templo”.

Leia a matéria completa aqui.

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3 Respostas to ““Diário do Comércio” aborda: Homofobia ou didatura gay?”

  1. Carlos Jarbas Says:

    O assunto é espinhoso mas devemos nos pautar sempre pelo respeito ao próximo, a compreensão e evitarmos a tentação do julgamento precipitado. Lembremos de Cristo, que não apedrejou a adúltera – embora a tenha recomendado não pecar mais. Logicamente como cristãos temos de defender os valores da família e o casamento como benção divina que visa a perpetuação do homem na terra.

  2. Uma coisa que às vezes essas minorias revoltadas não entendem é que se essa Lei passar, também eles poderão ser afetados, pois abre um precedente para outras leis do tipo. Imagine, os negros, os nordestinos, os asiáticos, os portugueses, as aeromoças, as enfermeiras, a até os bêbados poderão reivindicar seu direito de serem “preservados” em piadas, comerciais, etc… Opa! também terei direito, porque sou negro! Mas serão as leis das ditas “minorias”, que se encostam e se aproveitam disso. São os “coitadinhos” da história? Quero dizer que não sou a favor de nenhum discriminação, seja a quem for, mas sou contra a censura de livre expressão de opinião. Não devemos apoiar o preconceito, seja a quem for, mas não podemos aprovar aquilo que não aceitamos como certo. É nosso direito discordar! É nosso direito, assim como o deles! E nós, ficaremos reféns? Engraçado é que os homossexuais se colocam como maioria, mas na verdade não são, são uma categoria de minoria no país. O problema é que eles estão cada vez mais organizados e influentes, não os culpo, ele têm esse direito. Mas eles não têm o direito de querem calar os outros, por darem sua opinião ao seu respeito. Eles estão acima dos outros cidadãos?

    Repito em dizer, não estamos numa luta contra homossexuais, não é uma caçada às bruxas! É uma luta pela liberdade, pelo cumprimento da Constituição Federal, pelo Código Cívil. Assim como eles lutam por eles, a nossa luta também é legítima. Pra dizer a verdade até mais legítima do que a deles, pois eles, pelo que vi, trabalham no escuro, nos conchavos do planalto central! Pra que ninguém saiba de suas atitudes ditatoriais e autoritárias, e para que a opinião pública não se volte contra eles mesmos. Podemos comparar com os sacerdotes judeus, que prenderam e condenaram Jesus de madrugada, na surdina, para que ninguém os condenasse. Pois sabiam que estavam no PECADO!

  3. Carlos Jarbas Says:

    Lucas compreendo bem suas inquietações, pois o avanço dessa prática (em meu entender anti-natural) é assustador. O pior de tudo é que a sociedade começa a ver com bons olhos o casamento entre pessoas do mesmo sexo; a mídia, sempre atenta e ciente de seu poder de influência, coloca em suas novelas, sutilmente a princípio, mas nos ultimos tempos com maior desenvoltura, a concepção de que é possível uma união aos moldes de uma família entre homossexuais. Precisamos, como voce bem disse, nos erguer contra essa afronta a Deus e aos valores sagrados da família. Felizmente, a meu ver, nosso país ainda não faz eco ao movimento que vem ganhando força mundo afora.

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